A inglesa Ailsa Malcolm-Hutton, 39 anos, sentia muitas cãibras em seu polegar, até que veio o diagnóstico: era sinal de uma doença incurável, que lhe dá apenas alguns meses de vida, segundo os médicos.

Ela foi diagnosticada em 2013 com doença do neurônio motor (MND). Nessa época, Ailsa não conseguia mais usar o braço e foi forçada a deixar o emprego. Hoje ela tem mais de 350 dos sintomas da doença, incluindo fadiga crônica, olhos turvos, erupções cutâneas constantes, pedras nos rins e náuseas. Ela também não anda mais e conta com cuidadores que lhe auxiliam.

Os médicos que lhe acompanham dizem que ela não tem muito tempo de vida, mas ela está determinada a continuar lutando o tempo suficiente para ver a cura da doença.

A MND é uma condição incurável que afeta o sistema nervoso, que lentamente rouba dos pacientes a capacidade de andar, falar e comer. A doença afeta principalmente pessoas na faixa dos 60 e 70 anos, mas pode afetar adultos de todas as idades.

Reprodução/Facebook

De acordo com o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), a doença do neurônio motor (MND) é uma condição incomum que afeta o cérebro e os nervos. Causa fraqueza que piora com o tempo.

É causada por um problema com células do cérebro e nervos chamados neurônios motores. Essas células param de funcionar ao longo do tempo. Não se sabe por que isso acontece. Não há cura, mas existem tratamentos para ajudar a reduzir o impacto que tem na vida diária. Algumas pessoas vivem com a condição por muitos anos, mas a MND pode reduzir significativamente a expectativa de vida e, infelizmente, levar à morte.

Os sintomas da doença do neurônio motor ocorrem gradualmente e podem não ser óbvios no início. Os primeiros sintomas podem incluir:

  • fraqueza no tornozelo ou perna – você pode tropeçar ou achar mais difícil subir escadas
  • fala arrastada, que pode evoluir para dificuldade em engolir alguns alimentos
  • um aperto fraco – a pessoa pode deixar cair as coisas, ou achar difícil abrir frascos ou fechar botões
  • cãibras musculares e espasmos
  • perda de peso – os braços ou músculos das pernas podem ficar mais finos ao longo do tempo
  • dificuldade em parar de chorar ou rir em situações inadequadas

O tratamento inclui fisioterapia, terapia ocupacional, acompanhamento com fonoaudiólogo e o uso de um medicamento chamado riluzol que pode retardar ligeiramente a progressão da doença.

Com informações do Catraca Livre

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