A aceitação do próprio corpo pode se tornar um processo longo e demorado, especialmente para quem acredita que está “fora dos padrões da sociedade”. Você certamente já deve ter questionado alguma característica sua, após alguns momentos nas redes sociais e ter se deparado com corpos esculturais e estonteantes.

Contudo, as redes sociais também se configuram como um ambiente importante para o empoderamento feminino e aceitação do próprio corpo, seja ele com celulite, flacidez, gordura localizada, estrias, e tudo aquilo que era considerado um “defeito”. 

Depois da obsessão com as hashtags #thighgap (espaço entre as coxas) e #ribcagebragging ( exibição da caixa torácica) nas redes sociais, que faziam um convite para as mulheres que mostrassem o espaço entre as coxas e as costelas no Instagram, ou então a “saboneteira” como costumamos chamar, uma nova tag promete se desfazer um pouco da sentença de corpos esculturais e enaltecer o ‘body positive’ nas redes. 

#hidips ou #violinhips (corpo de violino) são termos usados para falar dos quadris que geralmente são menores na metade do formato, o famoso “afundadinho”. Levando pelo ponto de vista científico, essa cavidade se chama depressão trocantérica, que fica na região próxima ao osso trocânter maior.

Diante disso, muitas mulheres começaram a postar fotos de seus corpos no Instagram e Twitter, encorajando outras pessoas a levantarem as tags por meio das postagens, a fim de normalizar o que é motivo de insegurança para muitas mulheres. 

Durante uma entrevista para a FoxNews, o médico Gerardo Miranda-Comas afirmou que não se trata de uma anomalia e o “hip dip” tem a ver com a composição do corpo e que exercício físico e dieta não são capazes de alterar isso. Entretanto, mesmo sendo uma condição normal, muitas mulheres procuram por treinos “milagrosos” ou procedimentos estéticos voltados para o preenchimento dessa região. 

Confira algumas postagens sobre isso:

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