Todo ano o Carnaval reaparece como um marco simbólico para quem quer cuidar do corpo. A ideia de “chegar bem para a folia” costuma reacender dietas radicais, mas também frustrações conhecidas. Pensando em 2026, o tempo joga a favor de quem decide começar agora, sem extremos.

Segundo Gabriel Almeida (CREMESP 180956 | RQE 121513), o primeiro passo é abandonar a lógica do sacrifício. “O corpo responde melhor quando existe um déficit calórico moderado, não com cortes agressivos”, explica.

A atividade física entra como complemento essencial, mas precisa ser sustentável. “O melhor treino é o que a pessoa consegue manter”, afirma. Caminhada, musculação, dança ou funcional, quando feitos com constância, geram resultados reais.

Hábitos simples também fazem diferença: hidratação adequada e sono de qualidade influenciam diretamente hormônios ligados à fome e saciedade. “Dormir pouco aumenta a vontade por alimentos calóricos. Sono é parte do emagrecimento”, reforça.

Dietas extremas reduzem peso rapidamente, mas à custa de água e massa muscular. “O risco é desacelerar o metabolismo e provocar efeito rebote”, alerta. Para Almeida, emagrecer com saúde é construção contínua, não evento pontual.

Com meses pela frente até o Carnaval 2026, ajustar rotina, alimentação e descanso cria resultados sustentáveis. “Quando o foco deixa de ser o corpo perfeito para uma data e passa a ser saúde, o emagrecimento acontece como consequência”, conclui.

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